Se você não quiser se transformar em um desses personagens mal vistos e mal recebidos pelo staff de resorts e complexos turísticos, fique ligado em alguns de talhes que podem facilitar sua convivência tanto com os pouco informados, quanto com os viajantes naturalmente elegantes - que não hesitarão em acolhê-lo em seu grupo.
Quem é realmente elegante, já tem essa qualidade incorporada. Portanto, não importa se está em casa, viajando a trabalho ou de férias, é preciso exercitar-se sempre. Este é o segredo de quem parece nunca pisar na bola.
NO AVIÃO
Na primeira classe, business ou econômica: tente poupar a tripulação. O fato de estar pagando mais caro só lhe dá direito a uma poltrona mais larga, champanhe e copo de vidro. De resto, os comissários não estão lá para resolver a sua insônia, dor nas costas ou carência de um ombro amigo.
- Beber demais - bêbados são chatos em qualquer circunstância. Em um ambiente fechado, como uma aeronave, são insuportáveis. Aliás, hoje a legislação internacional já reza que sejam desembarcados na primeira escala. Não é exatamente um bom começo nem fim de viagem, concorda?
- Malas – podem conferir: quanto menor a mala, mais viajado o seu usuário. Quem viaja bem, viaja leve. Evite baús difíceis de transportar e cinco sacolas de mão que lhe farão parecer um ganso desequilibrado bamboleando pelos aeroportos e estações.
EM HOTÉIS
- Não há motivo para cultivar uma intimidade excessiva com porteiros, camareiras e garçons. Eles não gostam e você não se faz respeitar.
- Aprenda a reclamar para a pessoa certa: não adianta falar, por exemplo, com a camareira, sobre a limpeza de seu quarto. Há um responsável pelo andar. Fale com ele. O mesmo se aplica ao pessoal do restaurante e recepção.
NAS LOJAS
- Não insista para ganhar brindes e amostras grátis. Cada loja tem a sua política. Quando voltar, você quer ser tratado como um cliente vip e não como um turista mala, certo?
- Nos EUA, mercadoria com a etiqueta pode ser trocada até mesmo seis meses após a compra. Porém, não abuse dessa boa fé americana. Não vale a pena bancar o “ishpérrto” e usar a roupa um ou duas vezes, trocando por outra depois, tá?
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